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CARTA A UM PAI E A UMA MÃE

(Em memória de Rafael Grosso de Oliveira Fernandes, por ocasião do seu passamento - 09.05.2017)
O que dizer quando não se tem o que dizer? Com essa pergunta em mente, resolvi escrever a vocês (nós) que perderam um filho querido e amado de uma forma absurda. Mas, absurda é a vida e suas fatalidades. Absurda é a existência que insiste em ser quando não há possibilidades para ser. Absurda é a finalização da existência, num último ato chamado convencionalmente de morte. Ela é a presença mais viva e insistente que visita o cotidiano de todos os seres vivos. Julgamo-nos especiais dentro do cosmos e, talvez por esse motivo, compreendamos a morte com mais tragicidade e angústia, embora ela esteja se manifestando de forma avassaladora em todos os outros seres vivos, igualmente. De fato, coisas acontecem com os seres vivos sem as mínimas explicações. Mas, também, pra quê explicações se as coisas já aconteceram? Quisera eu ser uma pedra inanimada. Diante do fatídico momento em que o facão amolado ce…

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Esclarecedora e equilibrada palavra sobre a reforma trabalhista.

Pimentas sobre a tal reforma da previdência! #totalmenteafavor

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